23 de março de 2012

sensibilidade e alma

Ser sensível requer alma menina, acesa, florida.
Alma que sabe amar em silêncio, imensamente,
toda a vida, fascinante, como deve ser sentida.
Que não teme o tempo e sonha calmamente.


Alma que faz do viver sinônimo de expansão.
Renasce a cada momento, acredita em milagres,
Navega primaveril. Cantando engana a solidão.
Persegue fantasias, chora saudades, sente felicidades.


Alma de uma luz além, que não consegue dizer adeus,
ânsias repartem teu coração marejado, deslumbrante,
pois buscas transformar fragmentos em sorrisos.


Abraçar a vida, amar, são os sentimentos teus.
Pois desejas o amanhecer sem chuva nos olhos.


Carlos Ciscato